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	<title>Mercado Financeiro &#8211; AVEX Pay</title>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 4,7%</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 18:24:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; passou de 4,72% para 4,70% este ano. A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (20), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a inflação oficial do país &#8211; passou de 4,72% para 4,70% este ano. A estimativa foi publicada no <em>boletim Focus</em> desta segunda-feira (20), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1663508&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1663508&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Para 2026, a projeção da inflação também caiu, de 4,28% para 4,27%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,83% e 3,6%, respectivamente.</strong></p>
<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p><strong>Depois de queda em agosto,<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/depois-de-queda-em-agosto-inflacao-oficial-sobe-048-em-setembro" target="_blank" rel="noopener"> em setembro a inflação oficial subiu 0,48%</a>, com influência da alta da conta de luz.</strong> Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula 5,17%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros  &#8211; a Selic &#8211; <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/copom-mantem-taxa-basica-de-juros-em-15-ao-ano" target="_blank" rel="noopener">definida em 15% ao ano</a> pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. As incertezas do cenário econômico externo e indicadores que mostram a moderação no <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/atividade-economica-brasileira-cresce-04-em-agosto" target="_blank" rel="noopener">crescimento interno</a> estão entre os fatores que levaram à manutenção da Selic, na última reunião, no mês passado.</p>
<p>A intenção do colegiado é, de acordo com a ata divulgada, manter a taxa de juros atual “por período bastante prolongado” para garantir que a meta da inflação seja alcançada.</p>
<p><strong>A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nesses 15% ao ano</strong>. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>Nesta edição do <em>boletim Focus</em>, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 2,16% para 2,17%.</strong> Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,82% e 2%, respectivamente.</p>
<p>Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/pib-cresce-04-no-segundo-trimestre-mostra-ibge" target="_blank" rel="noopener">economia brasileira cresceu 0,4%</a>. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p><strong>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,45 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.</strong></p>
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